sexta-feira, 7 de setembro de 2018

Reencarnação- Única forma de Salvação?

5- SOMENTE ATRAVÉS DELA (REENCARNAÇÃO), O SENHOR PODERIA RESGATAR TODAS AS PESSOAS DO GÊNERO HUMANO.


Como foi visto até aqui, o dogma da reencarnação seria a solução de todos os problemas que o homem enfrenta, mas à maneira da pessoa irresponsável, muitos ou pelo menos a grande maioria jogaríamos sempre para a existência seguinte a solução dos seus defeitos morais, como diz o ditado popular: “empurraríamos sempre com a barriga, até o momento oportuno”.
            Porque melhorarmos na presente existência se teremos infindáveis vidas pela frente?
            Onde estaria o nosso compromisso; a nossa responsabilidade; o nosso agradecimento pela vida a nós concedida pelo Criador?
            Através de várias existências, o homem iria melhorando gradativamente, mesmo que isso durasse quase toda a eternidade. Deus estaria sempre esperando com os braços abertos. E quem comanda esse ir e vir de espíritos ao mundo, não é o Senhor, e sim, espíritos como nós, mas que, segundo os ensinamentos dos “espíritos superiores”, já atingiram um grau maior de aperfeiçoamento espiritual.
            É sempre o homem querendo colocar-se no lugar de Deus.
            Satanás não irá descansar enquanto não por a perder o maior numero possível de criaturas; criaturas sim, porque os verdadeiros filhos de Deus,  ele não conseguirá arrastar, pois foram comprados pelo precioso Sangue do Senhor Jesus, reconheceram e declararam isso quando aceitaram o Senhorio de Jesus para suas vidas.
            Muitas são as passagens na Palavra de Deus que nos mostram ser falsa a afirmativa de que somente através de existências sucessivas poderemos alcançar não a salvação, porque para o espiritismo não existem salvos ou condenados, e sim a perfeição, o pleno conhecimento do Universo.
            Na já citada passagem de Lucas 23.39-43, na qual o Senhor está ladeado por dois malfeitores, poderemos extrair não somente a confirmação da salvação automática, mas também os problemas que o inimigo procura colocar para não darmos o primeiro passo, o passo de fé que nos faz caminhar rumo a esta conquista: Diz-nos a Palavra:

“Um dos malfeitores crucificados blasfemava contra ele, dizendo: Não és tu o Cristo? Salva-te a ti mesmo e a nós também. Respondendo-lhe, porém, o outro, repreendeu-o, dizendo: Nem ao menos temes a Deus, estando sob igual sentença? Nós, na verdade, com justiça, porque recebemos o castigo que os nossos atos merecem; mas este nenhum mal fez. E acrescentou: Jesus, lembra-te de mim quando vieres no teu reino. Jesus lhe respondeu: Em verdade te digo que HOJE ESTARÁS COMIGO NO PARAISO .” (Lucas 23.39-43)

JESUS NÃO DISSE AO MALFEITOR:

            “Filho, muito louvável é o teu ato em reconhecer os teus erros; reconhecer que eu sou Deus e que não deveria estar sendo crucificado como um malfeitor qualquer; mas você vai me desculpar, pois para encontrares comigo no meu reino, você precisará ter várias existências, terá que passar por muitas provas; voltar como mulher para saber como uma mulher se comporta na vida, muito embora isso de nada valha, porque no céu os anjos não se casam, nem se dão em casamento mesmo”.
            “Mas tudo bem! Sejamos otimistas! Devagar você chegará lá.”
            “Tenha fé e quem sabe daqui a uns “QUATROCENTOS BILHÕES DE MILÊNIOS” talvez você possa chegar ao estágio em que estou hoje.”
            “Só tem um probleminha: Eu também vou continuar evoluindo e isso me distanciará cada vez mais de você. Mas tende bom ânimo, milênios destes nos encontraremos por aí, em algumas das muitas moradas de meu Pai. Quem sabe? Não desanime!”
           
            Se eu recebesse um “CONFORTO” desses, tentaria derrubar aquele maldito madeiro na mesma hora.

            O Senhor disse ao infeliz companheiro de madeiro: “Em verdade te digo que HOJE estarás comigo no paraíso.”

            Porque Jesus fez esta afirmativa ao seu companheiro de suplicio?
            a) Porque Ele é Deus e por ser Deus conhecia o interior dos que estavam ao seu lado:
            b) O malfeitor reconheceu e confessou ser ele um pecador;
            c) O malfeitor reconheceu ser Jesus, Deus; e
            d) Pediu-Lhe para lembrar-se dele quando viesse no seu reino, quer dizer: reconheceu o Senhorio de Jesus sobre a sua vida.

            A Palavra nos diz que para obtermos a salvação precisamos reconhecer a Jesus como nosso único e suficiente salvador, e se confessarmos os nossos pecados Ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça.” (I João 1.9)
            Em João 14.6, o Senhor afirma ser Ele o Caminho, a Verdade e a Vida e, não UM dos caminhos, UMA das verdades (como se isso fosse possível, porque não existe quase-verdade ou várias verdades) e ter domínio sobre UMA determinada parte da vida e que TAMBÉM através dEle se chegaria ao Pai.
      “Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim.” ( João 14.6)

            Se os ensinamentos propagados pela Doutrina Espírita estivessem corretos, por que o Senhor não revelou isso na sua época?
            Por que a Palavra de Deus condena com todas as letras a consulta aos mortos?
            Porque não estavam preparados para suportar esses ensinamentos tão “profundos” dirão os espíritas! Mas a comunicação com os mortos não era novidade naquela época e muito menos o dogma da reencarnação.
            Será que mudamos tanto assim em relação àquela época?
            Estamos menos idólatras, adúlteros, homicidas, blasfemadores, iníquos, etc.?
            Se alguém tiver a audácia de achar que nós, enquanto seres humanos, melhoramos, estará, fatalmente enquadrado em Apocalipse 21.8 e piorará ainda mais o seu estado:

“Quanto, porém, aos covardes, aos incrédulos, aos abomináveis, aos assassinos, aos impuros, aos feiticeiros, aos idólatras e a todos os MENTIROSOS, a parte que lhes cabe será no lago que arde com fogo e enxofre, a saber, a segunda morte.” (Apocalipse 21.8)

            Em Atos 10.43, a Palavra nos diz que “Dele todos os profetas dão testemunhos de que, por meio de seu nome, todo O QUE NELE CRÊ, recebe remissão de pecados.”
            Será que os profetas falaram realmente acerca da vinda e da necessidade do sacrifício de Jesus para remissão dos pecados dos homens, a fim de que pudessem se reconciliar com Deus?
            O Antigo Testamento não foi um “livro” escrito somente para os judeus e prevaleceu apenas até o nascimento de Jesus?
            Será que ao traduzirem a Bíblia não se esqueceram de extrair alguns versículos comprometedores e é por essa razão que tem gerado infindáveis “teorias” prós e contra os escritos sagrados até, e principalmente, em nossos dias?
            Os profetas falaram muito a respeito de Jesus, e não somente os profetas, pois a Bíblia fala de Jesus desde o versículo 1º do capítulo 1º do Livro de Gênesis, até o versículo 21 do capítulo 22 do livro do Apocalipse; principalmente Isaías falava muito acerca da vinda do Messias, mas não foi somente ele.
            Transcrevemos algumas passagens para confirmar que Ele, Jesus, tem poder para perdoar os pecados e não dar “atestado de bom comportamento” para nos matricularmos na escola das vidas posteriores:

“Ele verá o fruto do penoso trabalho de sua alma e ficará satisfeito; o meu Servo, o Justo, com o seu conhecimento, justificará a muitos, porque as iniqüidades deles levará sobre si. Por isso, eu lhe darei muitos como a sua parte, e com os poderosos repartirá ele o despojo, porquanto derramou a sua alma na morte; foi contado com os transgressores; contudo, LEVOU SOBRE SI O PECADO de muitos e pelos transgressores intercedeu.” (Isaías 53.11,12)


“Não ensinará jamais cada um ao seu próximo, nem cada um ao seu irmão, dizendo: Conhece ao SENHOR, porque todos me conhecerão, desde o menor até ao maior deles, diz o SENHOR. Pois perdoarei as suas iniqüidades e dos SEUS PECADOS jamais me lembrarei.”(Jeremias 31.34)

            Em João vemos a necessidade de crermos em Jesus para termos direito à vida eterna. Vida aqui significa plenitude, vida real, não esta vida ilusória que o mundo nos oferece.

“E do modo por que Moisés levantou a serpente no deserto, assim importa que o Filho do Homem seja levantado, para que todo o que NELE CRÊ TENHA A VIDA ETERNA.” (João 3.14,15)

            Em Romanos 10.9, o Senhor nos revela através de Paulo, que se confessarmos com a nossa boca que Ele ressuscitou dentre os mortos seremos salvos, mas dada a clareza do capítulo vamos transcrevê-lo na sua totalidade:

“Irmãos, a boa vontade do meu coração e a minha súplica a Deus a favor deles são para que sejam salvos. Porque lhes dou testemunho de que eles têm zelo por Deus, porém não com entendimento. Porquanto, desconhecendo a justiça de Deus e procurando estabelecer a sua própria, não se sujeitaram à que vem de Deus. Porque o fim da lei é Cristo, para justiça de todo aquele que crê. Ora, Moisés escreveu que o homem que praticar a justiça decorrente da lei viverá por ela. Mas a justiça decorrente da fé assim diz: Não perguntes em teu coração: Quem subirá ao céu?, isto é, para trazer do alto a Cristo; ou: Quem descerá ao abismo?, isto é, para levantar Cristo dentre os mortos. Porém que se diz? A palavra está perto de ti, na tua boca e no teu coração; isto é, a palavra da fé que pregamos. SE, COM A TUA BOCA CONFESSARES JESUS COMO SENHOR e, em teu coração, creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo. Porque com o coração se crê para justiça e com a boca se confessa a respeito da salvação. Porquanto a Escritura diz: Todo aquele que nele crê não será confundido. Pois não há distinção entre judeu e grego, uma vez que o mesmo é o Senhor de todos, rico para com todos os que o invocam. Porque: Todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo. Como, porém, invocarão aquele em quem não creram? E como crerão naquele de quem nada ouviram? E como ouvirão, se não há quem pregue? E como pregarão, se não forem enviados? Como está escrito: Quão formosos são os pés dos que anunciam coisas boas! Mas nem todos obedeceram ao evangelho; pois Isaías diz: Senhor, quem acreditou na nossa pregação? E, assim, a fé vem pela pregação, e a pregação, pela palavra de Cristo. Mas pergunto: Porventura, não ouviram? Sim, por certo: Por toda a terra se fez ouvir a sua voz, e as suas palavras, até aos confins do mundo. Pergunto mais: Porventura, não terá chegado isso ao conhecimento de Israel? Moisés já dizia: Eu vos porei em ciúmes com um povo que não é nação, com gente insensata eu vos provocarei à ira. E Isaías a mais se atreve e diz: Fui achado pelos que não me procuravam, revelei-me aos que não perguntavam por mim. Quanto a Israel, porém, diz: Todo o dia estendi as mãos a um povo rebelde e contradizente.” (Romanos 10.1-21)

            Como a própria passagem nos revela, as pessoas se fazem de desentendidas para não serem forçadas, pelas evidências, a aceitarem o que a Palavra de Deus retrata com cores tão vivas.
            Veio-me à mente, uma pequena história contada pelo Dr. Aníbal Pereira dos Reis, antigo sacerdote católico, em seu livro “Milagres e cura divina”, no qual um comerciante do interior recebeu de seu filho, um jovem padre, uma Bíblia de presente, e a guardou como fazem a maioria dos “cristãos” católicos.
            Orgulhava-se muito de ter um filho sacerdote, e por ser italiano, era muito dado a contar os milagres e feitos dos “santos” católicos e também, é claro, das proezas de seu “pimpolho”. Porém, havia um vendedor evangélico que sempre o visitava para oferecer-lhe seus produtos e entre uma cotação e outra caiam invariavelmente no terreno da religião.
            O jovem vendedor sempre tentava evangelizar o velho beato e este sempre se esquivava, até que num belo dia o assunto caiu sobre um tema terrível para os católicos: O CELIBATO SACERDOTAL.
O rapaz disse a seu cliente que o celibato dos padres, ou seja, a proibição do casamento não da castidade, pois são coisas diferentes e a castidade não é levada tão a sério e é até tolerada ou camuflada pelo poder papal, não tinha fundamento bíblico e que a Bíblia afirmava que os bispos, presbíteros, enfim, homens de Deus, fossem casados.
            O velho comerciante exasperou-se e em brados dizia que o celibato era “coisa” bíblica e que o seu filho e todos os padres estavam certos.
            Com toda a calma, o jovem perguntou se ele tinha uma Bíblia em casa. Após a confirmação, solicitou o nosso jovem evangelista, que lha trouxesse.
            O homem a trouxe e o jovem pediu-lhe para abri-la na primeira carta de Paulo a Timóteo, no capítulo 3.
Meio embaraçado, o nosso beato procurou no Antigo Testamento, folheou entre os profetas, mas nada. Diante de tamanha dificuldade, o jovem, educadamente, mostrou-lhe onde estava a passagem. Diz o texto:

Fiel é a palavra: se alguém aspira ao episcopado, excelente obra almeja. É necessário, portanto, que o BISPO seja irrepreensível, ESPOSO DE UMA SÓ MULHER, temperante, sóbrio, modesto, hospitaleiro, apto para ensinar; não dado ao vinho, não violento, porém cordato, inimigo de contendas, não avarento; e que governe bem a própria casa, criando os filhos sob disciplina, com todo o respeito (pois, se alguém não sabe governar a própria casa, como cuidará da igreja de Deus?);” (I Timóteo 3.1-5)

            O orgulhoso pai não se conformou. Devia estar havendo algum equivoco. Folheou novamente o livro para ver se era mesmo “católico”, examinou a dedicatória feita em italiano pelo filho e, depois de várias confirmações soltou uma “Porca la madona”, e jogou com raiva o precioso volume na rua, dizendo ao jovem cristão: ESSE PAULO ERA UM GRANDE SEM VERGONHA!

            Da mesma forma agem algumas pessoas: mesmo diante das maiores evidências, negam o fato, mas o Senhor é grandioso e oramos para que Ele encontre uma brecha, que o Espírito Santo consiga convencer essas pessoas do pecado, da justiça e do juízo e que elas abram seu coração para que Ele possa ali fazer morada. Amém!
Sempre juntos em Jesus
Antonio Carlos

Um comentário:

  1. Graça e paz meu irmão,

    Tremendo este artigo Antonio Carlos, bem esclarecedor, completo. Que Deus te ilumine ainda mais e te encha do Espirito Santo.

    Um abraço,

    Serginho

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